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Archive for setembro \30\UTC 2010

dilma fala sobre o aborto

Na verdade não vejo problema algum dela se posicionar a favor ou contra o aborto e uma opinião pessoal e de direito de qualquer um, o que e condenavel ea sua mudança em funçâo das eleições devia ter mantido sua opinião sobre este e qualquer asssunto,passa a ideia de falsidade.



ISTOÉ – Qual a sua posição em relação ao aborto? A sra. passou pela experiência de fazer um aborto?
Dilma – Eu duvido que alguma mulher defenda e ache o aborto uma maravilha. O aborto é uma agressão ao corpo. Além de ser uma agressão, dói. Imagino que a pessoa saia de lá baqueada. Eu não tive que fazer aborto. Depois que minha filha nasceu, tive uma gravidez tubária, eu não podia mais ter filho. E antes disso só engravidei uma vez, quando perdi o filho por razões normais. Tive uma hemorragia, logo no início da gravidez, sem maiores efeitos físicos.

ISTOÉ – Isso foi antes de sua filha nascer?
Dilma – Foi antes. Tanto é que eu fiquei com muito medo de perder minha filha, quando fiquei grávida. Mas todas as minhas amigas que vi passarem por experiências de aborto entraram chorando e saíram chorando. Eu acho que, do ponto de vista de um governo, o aborto não é uma questão de foro íntimo, mas de saúde pública. Você não pode hoje segregar mulheres. Deixar para a população de baixa renda os métodos terríveis, como aquelas agulhas de tricô compridas, o uso de chás absurdos, de métodos absolutamente medievais, enquanto as mulheres de renda mais alta recorrem a clínicas privadas para fazer aborto. Há muita falsidade nisto.

ISTOÉ – A sra. defende uma legislação que descriminalize o aborto?
Dilma – Que obrigue a ter tratamento para as pessoas, para não haver risco de vida. Como nos países desenvolvidos do mundo inteiro. Atendimento público para quem estiver em condições de fazer o aborto ou querendo fazer o aborto.

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A tragedia dos comuns

A tragédia dos comuns é um tipo de armadilha social, frequentemente econômica, que envolve um conflito entre interesses individuais e o bem comum  no uso de recursos finitos. Ela declara que o livre acesso e a demanda irrestrita de um recurso finito, termina por condenar estruturalmente o recurso por conta de sua superexploração. A expressão provém originalmente de uma observação feita pelo matemático amador William Forster Lloyd sobre posse comunal da terra em aldeias medievais, em seu livro de 1833 sobre população. O conceito foi estendido e popularizado por Garrett Hardin no ensaio “The Tragedy of the Commons”, publicado em 1968 na revista científica Science Todavia, a teoria propriamente dita é tão antiga quanto Tucídides e Aristóteles.

Tal noção não é meramente uma abstração, mas suas consequências manifestam-se literalmente, em questões práticas como a do Boston Common, onde a superexploração fez com que o ‘’Common’’ não fosse mais usado como área de pastagem pública.

O ensaio de Garrett Hardin

No início do seu ensaio, Hardin chama a atenção para problemas que não podem ser solucionados por meios técnicos (isto é, distintos daqueles com soluções que exigem “somente uma mudança nas técnicas das ciências naturais, exigindo pouca ou nenhuma mudança nos valores humanos ou idéias de moralidade”). Hardin argumenta que esta classe de problemas inclui muitos daqueles levantados pelo crescimento da população humana e o uso dos recursos naturais da Terra.

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Para exemplificar o que seria “sem soluções técnicas”, Hardin menciona os limites colocados na disponibilidade de energia (e recursos materiais) na Terra, e também as conseqüências destes limites para a “qualidade de vida”. Para maximizar a população, precisa-se minimizar o consumo de recursos em tudo o que for além da simples sobrevivência e vice-versa. Consequentemente, ele conclui que não há solução técnica previsível para o incremento tanto da população humana e seu nível de vida num planeta finito.

A partir deste ponto, Hardin muda para soluções não-técnicas ou de gerenciamento de recursos para problemas de população e recursos. Como forma ilustração, ele apresenta um exemplo hipotético de uma pastagem compartilhada por pastores locais. Assume-se que os pastores desejem maximizar sua produção, e que assim aumentarão o tamanho do rebanho sempre que for possível. A utilidade de cada animal adicional possui um componente tanto positivo quanto negativo:

* Positivo: o pastor recebe todo o lucro sobre cada animal adicional.

* Negativo: a pastagem é ligeiramente degradada por cada animal adicional.

De suma importância, a divisão destes custos e benefícios é desigual: o pastor individual ganha todas as vantagens, mas as desvantagens são compartilhadas entre todos os pastores que usam a pastagem. Consequentemente, para um pastor individual que considere a questão, o curso de ação racional é acrescentar um animal extra. E mais, e mais um. Todavia, visto que todos os pastores chegam à mesma conclusão racional, a superexploração e a degradação é o destino de longo prazo da pastagem. Não obstante, a resposta racional para um indivíduo continua a mesma em cada ponto, visto que o ganho é sempre maior para cada pastor do que a quota individual do custo distribuído. Aqui, o custo da superexploração é um exemplo de externalidade.

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Já que a sequência de eventos segue previsivelmente o comportamento dos indivíduos envolvidos, Hardin descreve-o como uma tragédia: “o impiedoso funcionamento das coisas” (no sentido descrito pelo filósofo Alfred Whitehead).

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Ao longo do seu ensaio, Hardin desenvolve o tema, trazendo exemplos de bens comuns contemporâneos, tais como a atmosfera, oceanos, rios, populações de peixes, parques nacionais, publicidade e até parquímetros. O exemplo das populações de peixes levou alguns a denominarem o conceito de “tragédia dos pescadores”.[6] O grande tema que percorre todo o ensaio é o crescimento da população humana, com os recursos da Terra sendo bens comuns (visto que diz respeito ao acréscimo de “animais” extras, está mais próximo de sua analogia original).

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O ensaio também expressa soluções potenciais de administração de problemas envolvendo bens comuns, incluindo: privatização; poluidor-pagador; regulamentação. Prosseguindo com sua analogia original da pastagem, Hardin categoriza isto como o “cercamento” efetivo dos bens comuns, e observa uma progressão histórica do uso de todos os recursos como bens comuns (acesso não-regulamentado para todos) para sistemas nos quais os bens comuns são “cercados” e sujeitos a métodos diferentes de uso regulamentado (acesso proibido ou controlado). Hardin argumenta contra a confiança na consciência como um meio de policiar os bens comuns, sugerindo que isto favorece indivíduos egoístas e não aqueles de grande previdência.

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No contexto de evitar a superexploração dos recursos comuns, Hardin conclui citando a máxima de Hegel (a qual foi, na verdade, escrita por Engels), “a liberdade é o reconhecimento da necessidade”. Ele sugere que “liberdade”, se interpretado estritamente como a liberdade de alguém fazer o que bem lhe aprouver, completa a tragédia dos comuns. Quando reconhecermos que recursos naturais são bens comuns, e que, como tais, precisam ser administrados, Hardin acredita que “poderemos preservar e promover outras liberdades mais preciosas”.

Além do seu tema principal (uso de recursos), o ensaio é notável (ao menos nos círculos científicos modernos) por lidar explicitamente com questões de moralidade, e fazê-lo em uma das principais revistas científicas do mundo, Science. Deveras, o subtítulo para o ensaio é “The population problem has no technical solution; it requires a fundamental extension in morality” (“O problema da população não tem solução técnica: ele exige uma ampliação fundamental da moralidade”).

Significado

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A metáfora ilustra como o livre acesso e a demanda irrestrita de um recurso finito termina por condenar estruturalmente o recurso através da superexploração. Isto ocorre porque os benefícios da exploração aumentam para indivíduos ou grupos, cada um dos quais é motivado a maximizar o uso dos recursos até o ponto no qual tornam-se dependentes dele, enquanto os custos da exploração são distribuídos entre todos aqueles para os quais o recurso está disponível (que podem constituir uma classe maior de indivíduos do que aquela que o está explorando). Isto, por sua vez, faz com que a demanda pelo recurso aumente, o que transforma o problema numa bola de neve que só pára de crescer quando o recurso é exaurido.

Como William Lloyd e Thomas Malthus antes dele, Hardin interessou-se primordialmente por populações e especialmente pelo problema do crescimento da população humana. Em seu ensaio, ele também enfocou o uso de grandes (embora ainda limitados) recursos, tais como a atmosfera e oceanos, bem como salientar o aspecto “comunal negativo” da poluição (isto é, em vez de lidar com a privatização deliberada de um recurso positivo, um “comunal negativo” lida com a “comunização” de um custo negativo: poluição).

Sendo uma metáfora, a tragédia dos comuns não deve ser tomada literalmente demais. A expressão simboliza um relacionamento estrutural e as consequências do mesmo, mas não é uma descrição precisa dele. A “tragédia” não deveria ser vista como trágica no sentido convencional da palavra, nem deve ser tomada como uma condenação dos processos que a ela são atribuídos. De modo semelhante, o uso de “comuns” tem sido frequentemente mal interpretado, o que levou Hardin posteriormente a comentar que deveria ter intitulado sua obra de “The Tragedy of the ‘’Unregulated’’ Commons”.

A tragédia dos comuns possui uma relevância particular na análise do comportamento nos campos da economia, psicologia evolutiva, teoria dos jogos, política, taxacão e sociologia. Alguns também o vêem como um exemplo de comportamento emergente, com a “tragédia” sendo a resultante das interações individuais num sistema complexo.

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Controvérsia

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Mesmo nos dias de hoje, o ensaio de Hardin continua sendo fonte de controvérsia. Parte dela origina-se da discordância sobre se os indivíduos sempre agirão da forma egoísta preconizada por Hardin (ver a discussão abaixo).

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Mais significativamente, a controvérsia foi alimentada pela “aplicação” das idéias de Hardin à situações reais. Particularmente, algumas autoridades que leram a obra de Hardin como se ela defendesse especificamente a privatização de recursos de posse comunitária. Consequentemente, os recursos que tradicionalmente eram administrados por organizações locais têm sido cercados e privatizados. Ostensivamente, isto serve para “proteger” tais recursos, mas ignora o gerenciamento pré-existente, freqüentemente apropriando-se dos recursos e hostilizando as populações indígenas (quase sempre pobres). De fato, o uso privado ou estatal repetidamente resultou em consequências piores quando comparadas com a administração anterior dos recursos. Enquanto o ensaio de Hardin enfoca recursos que são fundamentalmente “não administrados”, em vez de comunitariamente administrados, esta aplicação das idéias dele é equivocada. Ironicamente, dado o exemplo hipotético original, este equívoco com as idéias de Hardin é freqüentemente aplicado à terras superexploradas.

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No geral, Hardin deixou bem claro que o uso de propriedade “pública” poderia ser controlado de várias formas diferentes para deter ou limitar a superexploração. Como foi ressaltado por Natalie Wanis, a defesa de Hardin de direitos de propriedade claramente definidos tem sido freqüentemente mal-interpretada como um argumento a favor da privatização, ou da propriedade privada, per se. A situação contrária da tragédia dos comuns é algo citado como a “tragédia dos anti-comuns”: uma situação onde indivíduos racionais (agindo separadamente) coletivamente desperdiçam um determinado recurso ao subutilizá-lo.

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Comuns históricos

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O ensaio de Hardin apresenta uma pastagem hipotética como analogia para “comuns” em geral. Nesta analogia, pastores que usam a pastagem o fazem numa base individualista, sem administração pela comunidade ou supervisão. Todavia, os verdadeiros bens comuns históricos não eram terra pública e a maioria não era aberta ao livre acesso de todos — o público em geral possuía direitos bastante limitados (por exemplo, pastores de fora da comunidade podiam arrendar uma pastagem pagando uma “taxa de uso”). Somente aqueles locais que eram “commoners” tinham acesso a um conjunto de direitos; então, cada commoner tinha uma participação nos seus próprios direitos, mas o bem comum propriamente dito não era propriedade dele.

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Estes conjuntos de direitos não podiam ser comercializados ou dispostos de outra forma, mas eram aplicados numa cultura medieval que reconhecia a propriedade inalienável (por exemplo, o morgadio), de modo que sob este sistema de conjuntos de direitos, eram considerados propriedade. Numa aldeia inglesa tradicional, isto munia os commoners de direitos de pastagem, coleta de lenha por métodos não-destrutivos etc, de qualquer parte do bem comum (em inglês, a forma “commons” é plural, e refere-se à íntegra dos componentes individuais da terra comum sujeitos a estes efeitos).

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Historicamente, a maioria dos “comuns” ingleses estavam reservados para seus próprios “commoners” (ou seja, membros daquela paróquia), cujo uso era restrito de várias formas de acordo com o costume local. Como resposta à superexploração, por exemplo, uma terra comum podia ser “cotada”, isto é, seria colocado um limite na quantidade de animais que cada “commoner” poderia colocar para pastar. Esta cota podia estar relacionada com a posse de uma edícula comunitária ou com a quantidade de terra possuída nos campos abertos. Estas regulamentações eram suscetíveis a pressões demográficas e econômicas; em vez de deixar a terra comum ser degradada, o acesso era geralmente restrito ainda mais. Na época do cercamento parlamentar, em muitas propriedades do sul da Inglaterra, poucos trabalhadores e pessoas pobres detinham direitos comunais de pastagem; o cercamento, todavia, causou impacto sobre pequenos proprietários que sustentavam sua atividade agrícola através do uso de pastagens comuns e outros recursos.

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Comuns modernos

Situações que exemplificam a “tragédia dos comuns” incluem a sobrepesca e destruição dos Grandes Bancos, o fim da migração dos salmões em rios represados (em tempos mais recentes, principalmente no rio Colúmbia, noroeste dos EUA, mas, historicamente nos rios que deságuam no Atlântico Norte), a devastação na pesca do esturjão (em tempos recentes, especialmente na Rússia, mas em outros períodos históricos, também nos Estados Unidos), e, em termos de abastecimento de água, o suprimento limitado disponível em regiões áridas (por exemplo, a região do Mar de Aral) e o abastecimento de água de Los Angeles, especialmente no lago Mono e lago Owens.

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Mais exemplos genéricos (alguns citados por Hardin) de tragédias reais em potencial, incluem:

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* Planeta Terra

o Crescimento populacional descontrolado levando à superpopulação.

o Água – poluição hídrica, crise hídrica com a superexploração de aqüíferos e desperdício de água devido a problemas com irrigação

o Florestas – extração predatória de madeira em áreas de fronteira agrícola e uso de queimadas

o Recursos energéticos e clima – queima de combustíveis fósseis e consequente aquecimento global

o Animais – destruição de habitats e caça clandestina levando à extinção em massa do Holoceno

o Oceanos – sobrepesca

* Recursos públicos

o Frequências de rádio – frequências “piratas” usadas para comunicações sem fio, especialmente a 802.11 a/b/g, detalhada sob as regras da FCC, Parte 15, são vulneráveis à superexploração por transmissores de alta potência, especialmente quando combinados com antenas omnidirecionais.

Soluções modernas

Articular soluções para a tragédia dos comuns é um dos principais problemas da filosofia política. A solução mais comum é a regulamentação por uma autoridade. Frequentemente, tal regulamentação assume a forma de ordenações governamentais limitando o montante de um bem comum disponível para uso por um indivíduo. Sistemas de concessão para atividades econômicas extrativistas incluindo mineração, pesca, caça, criação de gado e corte de árvores são exemplos desta abordagem. De forma similar, a imposição de limites de poluição são exemplos de intervenção governamental em prol dos comuns. Alternativamente, aqueles que utilizam o recurso podem cooperar para conservá-lo em nome do benefício mútuo.

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Outra solução para certos recursos é converter bens comuns em propriedade privada, dando ao novo dono um incentivo para garantir a sustentabilidade. Efetivamente, foi isto o que ocorreu na época do “Cercamento dos Comuns” na Inglaterra. Cada vez mais, acadêmicos de estudos agrários defendem o estudo dos sistemas tradicionais de administração dos comuns, para compreender como os recursos comuns podem ser protegidos sem alienar aqueles cuja existência depende deles.

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Libertários e liberais clássicos frequentemente citam a tragédia dos comuns como um exemplo clássico do que acontece quando os direitos de propriedade lockeanos a recursos domiciliares são proibidos por um governo.[13][14][15] Estas pessoas argumentam que a solução para a tragédia dos comuns é permitir que indivíduos assumam os direitos de propriedade de um recurso, ou seja, privatizando-o.[16] Em 1940, Ludwig von Mises escreveu sobre o problema:

“              Se a terra não pertence a alguém, embora o formalismo legal possa chamá-la de propriedade pública, ela é usada sem qualquer consideração às desvantagens resultantes. Aqueles que estão em posição de apropriar-se dos rendimentos — Madeira e caça das florestas, peixe das áreas aquáticas e depósitos minerais do subsolo — não se preocupam com os efeitos posteriores de seu modo de exploração. Para eles, erosão do solo, decréscimo dos recursos esgotáveis e outros danos ao uso futuro são custos externos que não entram em seus cálculos de entrada e saída. Eles cortam árvores sem qualquer consideração por mudas ou reflorestamento. Ao caçar e pescar, não abrem mão de usar métodos que evitam o repovoamento dos locais de caça e pesca.[17]                 ”

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Críticos desta solução salientam que muitos recursos comuns, tais como a camada de ozônio ou as populações globais de peixes, seriam extremamente difíceis ou impossíveis de privatizar.

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O psicólogo Dennis Fox usou um número, que é agora denominado “Número de Dunbar”, para lançar uma nova visão sobre a tragédia dos comuns. Num paper de 1985 intitulado “Psychology, Ideology, Utopia, & the Commons”, ele declarou “Edney (1980, 1981a) também argumentou que soluções de longo prazo exigirão, entre várias outras abordagens, partir os comuns em segmentos menores. Ele revisou dados experimentais mostrando que o comportamento cooperativo é muito mais comum em grupos menores. Depois, avaliou que “o limite superior para um bem comum simples, auto-contido, sustentável e em bom funcionamento seria algo tão baixo quanto 150 pessoas” (1981a, p. 27).

Os Salishes da costa administravam seus recursos naturais num sistema de local de moradia, onde famílias eram responsáveis por cuidar de um local e seus recursos. O acesso à comida era a grande fonte de riqueza e a delegação da generosidade era altamente valorizada, de modo que fazia sentido para eles tomar conta dos recursos.

Uma outra solução popular para o problema é a do “teorema de Coase”, onde as pessoas que usam um bem comum apóiam umas às outras para que não o destruam.

No ensaio, Hardin propôs que a solução dos problemas de superpopulação devem ser baseados em “coerção mútua, mutuamente acordada ” o que resulta na “renúncia à liberdade procriativa “. Hardin discutiu este tópico adicionalmente num livro de 1979, Managing the Commons, co-escrito com John A. Baden.[19] Ele enquadrou esta precrição em termos da necessidade de restringir os “direitos reprodutivos” para salvaguardar todos os outros direitos. Somente um grande país adotou esta política, a República Popular da China. No ensaio, Hardin rejeitou a educação como um meio eficaz de deter o crescimento populacional. Desde essa época, tem sido mostrado que o incremento das oportunidades educacionais e econômicas para mulheres está correlacionado com a redução da taxa de natalidade em muitos países, bem como com o crescimento econômico em geral.

Aplicações

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Na biologia evolutiva

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Um paralelo foi traçado recentemente  entre a tragédia dos comuns e o comportamento competitivo de parasitas que agem através de meios “egoístas”, eventualmente em fraquecendo demasiadamente ou destruindo seu hospedeiro comum.

Na evolução social

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A tragédia dos comuns é produzida por indivíduos egoístas cujos genes para comportamento egoísta, em conseqüência, tornam-se dominantes; assim, a metáfora não consegue explicar como o altruísmo emerge. Esta questão é antes expressa por modelos de possíveis mecanismos que podem dar origem ao “altruísmo recíproco”, levando a idéias tais como a regra do “olho por olho” (reciprocação). Estes modelos libertaram a teoria evolutiva das limitações impostas pelo conceito de “conveniência inclusiva”, uma explicação prévia para o altruísmo, o qual propõe que organismos ajudam outros somente se ao fazê-lo, aumentam a probabilidade de passar genes compartilhados para a próxima geração.

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A idéia tem sido aplicada a outras áreas da sociobiologia e ecologia comportamental, tais como na evolução da virulência ou do conflito sexual, onde machos podem efetivamente prejudicar as fêmeas ao competir por acasalamentos. Também tem sido levantada como uma questão no estudo de insetos sociais, onde cientistas desejam entender porque insetos “obreiros” não solapam o “bem comum” pondo seus próprios ovos e causando o colapso da sociedade.

A idéia do suicídio evolutivo, onde a adaptação ao nível do indivíduo induz toda a espécie ou população a tornar-se extinta, pode ser vista como uma caso extremo de uma tragédia dos comuns evolutiva.

fonte http://pt.wikipedia.org/wiki/Trag%C3%A9dia_dos_comuns

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A luta pela liberdade

Luta pela liberdade

Devemos deixar claro ao tirano que estamos dispostos a lutar pela nossa liberdade, devemos deixar claro que estamos dispostos a pagar o preço da liberdade, e de comum entender do homem que a liberdade não tem preço, mas ela tem, e qual eo preço da liberdade, O preço da liberdade ea morte, não exatamente a morte física como esta agora a imaginar, mas a morte da sua covardia da sua dormência de sua preguiça.
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Haverá sem duvidas perdas e este eo preço da liberdade, abrir mão de algo, de sua posição de conforto, de sua segurança ou ate sua integridade física eo preço a ser pago.
Advêm do escravo a escravidão não se origina no tirano, quem a permite eo escravo, e ele a tolera ou por covardia ou por tradição, costume de sempre o ser escravo, ou por de alguma forma ser beneficiada por ela, já que vários escravos são aduladores dos tiranos na esperança de um dia o ser ele o tirano.

Eo homem livre aquele que não tem medo da morte (social, econômica, física etc.) somente este esta em condições de lutar pela sua liberdade, vista que nenhuma liberdade será dada sem que se lute por ela.

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Não existe liberdade de imprensa

não existe liberdade de imprensa.

uma pessoa não possui um “direito à liberdade de expressão”; o que ela possui é o direito de alugar um salão e discursar para as pessoas que entrarem no espaço.Ela não possui um “direito à liberdade de imprensa”; o que ela possui é o direito de escrever ou publicar um panfleto(revista), e de vender este panfleto para aqueles que desejarem comprar (ou de distribuí-lo para aqueles que desejarem aceitá-lo). Deste modo, o que ela possui em cada um destes casos são direitos de propriedade, incluindo o direito de livre contrato e transferência que constituem uma parte destes direitos de posse.

Não existe nenhum direito extra de “liberdade de expressão” ou liberdade de imprensa além dos direitos de propriedade que uma pessoa pode possuir em qualquer caso concebível.
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Portanto, na realidade, não existe esta coisa de um “direito de livre expressão” separado; existe apenas o direito de propriedade de um homem: o direito de fazer o que quiser com o que é seu ou de fazer acordos voluntários com outros possuidores de propriedade.
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Supõe-se que liberdade de expressão signifique o direito de todos dizerem o que bem entendam. Mas a questão negligenciada é: Onde? Onde um homem possui esse direito? Certamente ele não o possui em uma propriedade que ele esteja invadindo. Em suma, ele possui esse direito apenas em sua própria propriedade ou na propriedade de alguém que concordou, como um presente ou em um contrato de aluguel, conceder a ele o espaço determinado.
fonte : http://www.mises.org.br

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Os verdadeiros amigos e inimigos dos assalariados – um desafio intelectual para a esquerda

Muitas pessoas — a saber, social-democratas, moderados, socialistas, comunistas, sindicalistas e outros — creem que empreendedores e capitalistas são os inimigos, e que os sindicatos e as legislações trabalhistas, os amigos dos assalariados.  Trata-se de um erro enorme, com consequências devastadoras.  Um estudo integrado da Escola Austríaca com a Escola Clássica prova o exato oposto dessa crença.  Ele prova que empreendedores e capitalistas são os amigos, e os sindicatos e as legislações trabalhistas, os inimigos dos assalariados.

Eis a seguir, em sua essência mais resumida, a explicação.

Quanto maior o respeito pelos direitos de propriedade e pela liberdade econômica dos empreendedores e capitalistas, maior o grau de poupança no sistema econômico, e, consequentemente, maior a demanda por mão-de-obra em relação à demanda por bens de consumo, e, consequentemente, maiores serão os salários em relação aos lucros.  Ao mesmo tempo, quanto maior a demanda por bens de capital em relação à demanda por bens de consumo, maiores serão os incentivos para se desenvolver e introduzir produtos e métodos de produção mais aprimorados.

O resultado dessa combinação é uma contínua acumulação de capital e uma crescente produtividade da mão-de-obra.  O efeito do aumento progressivo da produtividade da mão-de-obra, no capitalismo, é um aumento progressivo da oferta de bens de consumo em relação à oferta de mão-de-obra, e, por conseguinte, uma redução progressiva nos preços dos bens de consumo em relação aos salários. (No cenário atual, em que há um constante aumento na quantidade de dinheiro, há também um crescente aumento na demanda monetária tanto por mão-de-obra quanto por bens de consumo.  No cômputo final, os salários aumentam mais rapidamente que os preços.  De um jeito ou de outro, o resultado é um aumento nos salários reais.)

O aumento nos salários reais, resultado da poupança e da inovação de empreendedores e capitalistas, significa uma crescente capacidade dos assalariados em trabalhar menos horas por mês e de prescindir do trabalho de suas crianças.  Mais ainda: tal postura dos empreendedores e capitalistas significa uma melhora crescente nas condições de trabalho, melhora essa que não é coberta pelo aumento da eficiência produtiva, significando um gasto a mais para os patrões.  Nesse sentido, a poupança e a inovação dos empreendedores e capitalistas são de fato as responsáveis por todas as melhoras nas condições dos assalariados — algo que é tipicamente, e de modo completamente errôneo, atribuído aos sindicatos e às legislações trabalhistas.

Os sindicatos nem mesmo sabem como elevar os salários reais.  Tudo que lhes interessa é elevar os salários nominais e proteger os empregos dos membros específicos de seu sindicato.  Dado que os sindicatos não controlam a quantidade de dinheiro ou o volume de gastos no sistema econômico, a única maneira como eles podem elevar os salários nominais de seus membros é reduzindo artificialmente a oferta de mão-de-obra em sua área de trabalho.  Porém, o efeito dessa medida é o de aumentar correspondentemente a oferta de mão-de-obra e reduzir os salários em outras áreas da economia.  Em outras palavras, o sucesso de um sindicato em específico é obtido à custa das perdas dos assalariados do resto do sistema econômico.  E as perdas necessariamente superam os ganhos, pois um aspecto essencial desse processo é que os trabalhadores serão forçados a aceitar empregos que requerem menos habilidades do que os empregos aos quais lhes foram negado acesso pelos sindicatos.

Se os sindicatos, ou a união entre sindicatos e leis de salário mínimo, obtiverem êxito em elevar os salários em todo o sistema econômico, o efeito será um correspondente aumento do desemprego no sistema econômico, bem como preços maiores em decorrência dos maiores custos da mão-de-obra e da reduzida produção.  Se os sindicatos obtiverem êxito em fazer com que o governo e seu banco central aumentem a quantidade de dinheiro no ritmo de suas demandas salariais, o desemprego pode ser evitado, mas o efeito ainda assim será o aumento nos preços em conjunto com os aumentos salariais, sem que haja aumento nos salários reais.  Ademais, como uma política inflacionária provoca uma redução no acúmulo de capital, ela faz com que haja uma redução — e, caso seja alta o bastante, uma reversão — do aumento da produtividade da mão-de-obra e dos salários reais.

Os esforços dos sindicatos para proteger os empregos de seus membros é uma política de combater ativamente o aumento nos salários reais dos trabalhadores de todo o resto do sistema econômico.  Como já deveria estar claro em decorrência de tudo que foi dito, a maneira como os salários reais aumentam não é fazendo com que o trabalhador comum ganhe mais dinheiro.  Ganhar mais dinheiro é meramente o resultado do aumento da quantidade de dinheiro, ou da redução da oferta de mão-de-obra disponível no mercado ao se forçar parte dos trabalhadores a ficar desempregada.

Os salários reais aumentam como resultado do acúmulo de capital e do aumento na produtividade da mão-de-obra, o que faz com que os preços caiam (ou cresçam menos) em relação aos salários.  Ao combater o aumento da produtividade da mão-de-obra, os sindicatos combatem ativamente o aumento nos salários reais.  Assim, por exemplo, quando os sindicatos dos tipógrafos se opõem à tipografia automatizada, e, como consequência, aos menores custos e menores preços resultantes do material impresso, eles estão na realidade combatendo o aumento nos salários reais dos trabalhadores de todo o sistema econômico, os quais poderiam agora obter material impresso por menos dinheiro e teriam correspondentemente mais dinheiro para gastar em outras coisas — coisas essas que os trabalhadores dispensados da tipografia mecânica poderiam ajudar a produzir.

De maneira idêntica, o mesmo é válido sempre que qualquer sindicato se opõe a aperfeiçoamentos que poupam mão-de-obra: tanto o poder de compra dos assalariados de todo o sistema econômico quanto a oferta de bens disponíveis para eles comprarem são restringidos.

Sim, um sindicato pode agir assim por achar que seus trabalhadores terão dificuldades em encontrar novos empregos.  Porém, essas dificuldades seriam muito menores caso os salários nominais no sistema econômico fossem menores e, consequentemente, a quantidade de mão-de-obra demandada fosse maior.  E o que tornaria isso possível é a ausência de escalas salariais coercivamente impostas pelos sindicatos e a ausência de leis do salário mínimo.

Sim, há momentos em que os patrões de fato tratam seus empregados desrespeitosamente, chegando até a tratá-los como se fossem essencialmente algo sem valor.  Porém, o que provoca tais condições é um excesso de oferta de mão-de-obra disponível em relação à quantidade de mão-de-obra demandada.  Em tais condições, um empregador não precisa temer a perda de um empregado, pois este pode imediatamente ser substituído por outros desempregados.  Sendo assim, o empregado estará sempre disposto a tolerar abusos, simplesmente por medo de ser demitido e não ser capaz de encontrar outro emprego.

Porém, o que provoca essa situação é justamente o fato de os salários serem mantidos muito acima da relativa demanda por mão-de-obra.  Isso surge naturalmente em um ambiente em que há um sistema bancário de reservas fracionárias, cuja expansão do crédito é sempre seguida de uma contração financeira e os salários quase nunca caem até o nível requerido por essa contração econômica.  Se os salários pudessem cair livremente, a quantidade de mão-de-obra demandada aumentaria, igualando-se à oferta disponível.  Nesse ponto, a escassez de mão-de-obra seria sentida e o empregado deixaria de ser algo instantaneamente substituível por outros desempregados.  Ademais, ele estará em condições de encontrar outros empregos, e dessa forma não aceitará sofrer abusos.

A solução, novamente, é o livre mercado.  E, ironicamente, na medida em que os sindicatos e as leis do salário mínimo impedem o ajuste dos salários à demanda por mão-de-obra — e, por conseguinte, impedem o avanço natural do mercado a uma situação de pleno emprego —, ambos são responsáveis pelos maus tratos dos trabalhadores, algo de que seus defensores sempre reclamam.  (Situação idêntica acontece com usuários de serviços públicos monopolizados pelo governo, que sempre são tratados como objetos sem valor.  Como a demanda é sempre maior que a oferta, e qualquer “cliente” pode ser instantaneamente substituído por outro, os usuários têm de resignadamente tolerar abusos, pois não têm para onde mais ir.)

A redução nos salários necessária para eliminar o desemprego serve para aumentar a produção ao mesmo tempo em que reduz os custos de produção.  Serve, portanto, para reduzir os preços.  Também elimina o fardo de os trabalhadores terem de sustentar os desempregados.  Como resultado, é praticamente certo que tal medida resultará em um aumento do salário líquido real.  (Para entender melhor esse processo, clique aqui).

Há pessoas que são tão improdutivas, que produzem tão pouco por hora, que precisam trabalhar muitas horas para obter o mínimo necessário para suas necessidades, e às vezes precisam até mesmo utilizar a mão-de-obra de seus filhos como fonte de receita adicional.  Obrigar essas pessoas a trabalharem menos e a dispensar o trabalho de seus filhos quanto seria tão benéfico quanto obrigar Robinson Crusoé a trabalhar menos ou a Família Robinson a trabalhar menos e dispensar o auxílio de seus filhos.  Crusoé e a família Robinson trabalhavam porque era disso que necessitavam para sobreviver.  Obrigar os pobres a trabalhar menos é obrigá-los a serem mais pobres do que podem para sobreviver.  Não é de nenhum consolo o fato de que aqueles que provocam um maior empobrecimento dos pobres são os mesmo que dizem possuir boas intenções e estarem apenas querendo ajudar.  Eles causam apenas sofrimento e precisam aprender a parar.

Como demonstrado, o que realmente reduziu os dias de trabalho e aboliu o trabalho infantil não foi a interferência destrutiva do estado, mas o dramático e progressivo aumento na produtividade da mão-de-obra criado por empreendedores e capitalistas.  Isso aumentou os salários reais e tornou possível que cada vez mais trabalhadores pudessem se dar ao luxo de aceitar os comparativamente menores salários de empregos que exigiam menos horas de trabalho, além de eliminar a necessidade de colocar suas crianças para trabalhar.

À medida que uma crescente proporção de assalariados passou a preferir menos horas de trabalho, o efeito foi o mesmo do de uma crescente proporção de trabalhadores passar a preferir um determinado arranjo de ocupações em relação a um outro arranjo qualquer, isto é, preferir uma redução nos salários em suas ocupações preferidas em relação aos salários maiores das ocupações não preferidas.  Assim, os salários de empregos com menos horas de trabalho sofrem um desconto em relação aos empregos que exigem mais horas de trabalho, os quais oferecem um ágio nos salários.  Isso faz com que seja lucrativo para os empregadores diminuir as horas de trabalho.  É assim que o livre mercado encurta as horas de trabalho.

Meu desafio para a esquerda: leiam e estudem essas ideias detalhadamente e em profundidade.  Corram o risco de abandonar as falácias que vocês atualmente consideram conhecimento e, em troca, ganhem a satisfação de ter um conhecimento real.  Parem de apoiar os inimigos do progresso econômico e os malefícios que eles trazem para os assalariados e deem seu apoio aos verdadeiros amigos do progresso econômico e dos assalariados.  A transformação de intelectuais esquerdistas em defensores do capitalismo iria, com efeito, ajudar enormemente a mudar a direção do mundo.  E, se eliminar a pobreza é o que vocês de fato querem, ajudem a mover o mundo em direção ao caminho para o qual vocês alegam querer que ele vá.

fonte : http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=773

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A tartaruga eo poste

Enquanto suturava um ferimento na mão de um velhinho, o médico e o paciente começaram a conversar sobre o país, o governo e fatalmente, sobre Lula e Dilma. O velhinho disse: – Bom, o senhor sabe, a Dilma é como uma tartaruga em cima do poste. Sem saber o que o gari quis dizer, o médico perguntou o que diabo significava uma tartaruga num poste e o gari respondeu: – É quando o senhor vai indo por uma estradinha, vê um poste e lá em cima tem uma tartaruga tentando se equilibrar. Isso é uma tartaruga em um poste Diante da cara de bobo do médico,o velho acrescentou:

– você não entende como ela chegou lá,

– você não acredita que ela esteja lá,

– você sabe que ela não subiu lá sozinha,

– você sabe que ela não deveria nem poderia estar lá,

– você sabe que ela não vai fazer absolutamente nada enquanto estiver lá

– e você não entende porque a colocaram lá.

– Então, tudo o que temos a fazer é ajuda-la a

descer de lá e providenciar para que nunca mais suba, pois lá em cima definitivamente não é o seu lugar!

http://blogdodrmarcosobreira.blogspot.com/2010/09/o-poste-e-tartaruga.html

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A grande aprovação de lula e sua maior derrota

A grande aprovação de lula e sua maior derrota.
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Parece uma afirmação equivocada esta, mas qual o motivo de lula ter tal grau de aprovação.
Deve-se do fato de lula não entrou em confronto com ninguém, não retirou qualquer privilégio de nenhum setor, agrada a todos os setores da sociedade, não alterou o “modus operanti” do país, nenhuma reforma, nenhum atrito com qualquer setor, consegue agradar a gregos e troianos, veja seu repertorio de seguidores de Collor a eike batista, de Sarney a skaf isso demonstra que todos estão sendo “agradados” pelo estado.
Blz mas qual e o problema disso afinal ter um governo que una todas as correntes políticas da sociedade, parece ser uma coisa boa. Seria bom para aprovar medidas que sem isso não poderiam serem aprovadas como uma reforma tributaria,mas se não aprovaram medidas impopulares,qual o sentido de ter apoio da maioria dos políticos,qual o motivo de unir todos na volta do governo,isso tem como objetivo usar o estado para seu beneficio e de seus “colegas”de governo agradando todos sem exceção.
Mas será este mesmo a função de um governo agradar a todos?Se o estado fica limitado a agradar todos não tem o pq de existir.
Agradar a todos tem como resultado a perpetuação no poder, mas a que preço?Como financiar estes agrados e por quanto tempo?Todos sabem que o estado esta se financiando com emissão de moeda e aumentando a divida publica que será impagável e enfraquecendo o real e isso coloca em risco o plano real que custou muitos sacrifícios a nação.
Mas a função do governo e agradar ou comandar?Governar significa promover mudanças e estas mudanças nem sempre serão agradáveis e nem sempre serão corretas e o risco de se governar, risco que lula nunca teve coragem de fazer, abrir mão de sua popularidade nunca.
Pergunte-se qual ação impopular lula fez que vc recorde? Nenhuma correto, assim qualquer um tem 80% de aprovação, mas isso e bom para o país ou e bom para eleger-se?.
Fica assim combinado eu não mexo nos seus privilégios e vcs continuam explorando o estado ganhando verbas e benefícios ao infinito,eu satisfaço com migalhas o povo ele fica feliz e eu eos meus se perpetuam no governo ao infinito, se estourar a coisa adiante a gente toma o poder a força falando que estão tentando acabar com a democracia.
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E dizem que não existe crime perfeito.

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